Acabei de ler o conto do Italo Calvino: "A aventura de um leitor".
Nesse calor, me deu uma vontade louca de estar nesse "promontório" com o mar azul, deitada na toalha lendo um livro delicioso. Aliás, essa definição do autor me chamou muito atenção. Eu gosto disso: narrativas de fatos, histórias, enredo de vidas humanas. Isso é exatamente o que me dá prazer, preciso ler histórias.
Fiquei sentindo o que ele sentia, o sol esquentando, a vontade louca de continuar a ler os capítulos do livro.
De repente outra paixão, e a dúvida do que fazer, o mergulho no mar, as braçadas.
Que delícia de tarde, que delícia de férias solitárias.
Nem me chocou o fato do desinteresse do Amedeo pelas ações da vida.
Estava como ele, agora querendo ir até o final do capítulo.
Não conseguia parar, estava no trabalho, com outras coisas pra fazer e nada me detinha. É claro que a tentação que se apresentou para mim era muito desinteressante perto do que Amedeo estava passando :) porém, como uma simbiose sentia o que ele sentia.
Adorei o texto, adorei o Italo, adoro o Amedeo.
Os Amores Difíceis de Italo Calvino
Um comentário:
Oi Carol... engraçado ler seu texto sobre o Italo Calvino, quando eu li, tambem queria estar como ele, na praia sem pensamentos,sem preocupações, apenas com as simplicidades da vida dele. Mas cá estamos nós, estudando, trabalhando, pensando e imaginando.. isso é a melhor coisa, imaginar..
Beijinhos.. e parabéns pelo progresso de ler.. risos
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