quinta-feira, 28 de fevereiro de 2008

Felicidade Clandestina

Adorei. Adorei o texto. Que inveja tenho dessas histórias, sinto até uma nostalgia, uma saudade de alguma coisa que não vivi. Que delícia essa vontade de ler, de ter, de devorar um livro. De curtir, de saborear bem devagar, pra durar pra sempre!
Eu adoro ouvir essas histórias de infâncias, de memórias, de querer ardentemente alguma coisa, e nem importa se você vai conseguir ou não, o que é gostoso é querer mesmo, é ir pulando pela rua a espera do livro, a esperança.
A imaginação que se faz do objeto desejado, a mente da criança, a impressão que fica da menina má e da sua mãe que salva.
Foi bom esse contato com o texto da Clarice Lispector. Agora sei que o que gosto de ler mesmo são histórias.

Felicidade Clandestina, Clarice Lispector. Rio de Janeiro: Rocco, 1998

Um comentário:

Márcia Fortunato disse...

Quem sabe também não goste de escrevê-las?
bj, Márcia.